dade no país, não era a falta de equipamentos, mas a falta de pessoal treinado para fazer os procedimentos. O pai da RI do Brasil usou aquele espaço do jornal inclusive para fazer um convite a todos os profissionais da área que quisessem receber treinamento nos Estados Unidos. Os membros da Sobrice eram chamados a participar ativamente do jornal. No editorial da edição de julho de 2002, Crescêncio Centola faz uma dura convocação: “Para fazer um jornal com conteúdo e matérias de interesse dos profissionais de Radiologia Intervencionista e cirurgia endovascular, é preciso participação”, dizia ele. Nos planos do presidente da sociedade, os jornais da Sobrice passariam a ser um canal de comunicação intensivo com todos os membros. Uma sociedade que se originara de um clube, com encontros que serviam para trocar conhecimento e resolver questões internas, não podia abandonar essa característica de reunir as pessoas. Nestor Kisilevzky comemora até os dias atuais o fato de que os encontros anuais foram mantidos e cada vez mais prestigiados, com maior público, mais patrocinadores e professores convidados. Um bom exemplo é o IV Encontro Anual, ocorrido em 2001, no qual esteve Pedro Lylyk. Mais de 200 médicos das áreas de intervencionismo visceral, neurointervenção e cirurgia endovascular lotaram as dependências do Rio Othon Palace. O radiologista intervencionista Barry T. Katzen, dos Estados Unidos, foi outra grande estrela do evento. Em sua palestra, comemorou a cooperação entre os radiologistas intervencionistas da Sobrice e do Miami Cardiac & Vascular Institute, instituição que representava. ConsolidavaConvidados nacionais e internacionais do curso “Adventures in Interventional Radiology — an Amazon Odyssey (AIR 2002)”, Amazonas, 2002. 53
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