tinham suficiência na área. Essa realidade decorre, em parte, das muitas áreas de interseção com outras especialidades, principalmente com a cirurgia vascular, em que angioplastias periféricas, aneurismas de aorta, angioplastias carotídeas, implantes de filtro de veia cava inferior, entre outros, são comuns a ambas as especialidades. Segundo a própria Sobrice: Isso não é verdade, entretanto, para procedimentos como embolização de mioma uterino, quimioembolização hepática, embolização das artérias prostáticas, embolização de tumores ósseos, TIPS, radioembolização, drenagem de vias biliares, radioablação e crioablação de vários órgãos, biópsias, entre outros, para os quais a Sobrice considera necessária a formação de dois anos para obtenção de qualificação adequada. Nessa direção de dar à Sobrice papel central na definição das fronteiras da atividade intervencionista, vitória digna de nota aconteceu em 2015, quando o governo federal, sem diálogo com as entidades médicas, publicou o Decreto no 8.497, que o autorizaria a interferir na certificação dos médicos especialistas no país. Temendo tal decreto, Reunião do Conselho Consultivo durante o Congresso da Sobrice em 2015. Da esquerda para a direita: Alexander Corvello, Felipe Nasser, Daniel Abud (vice- -presidente 2015-2016), Ricardo Pinto, Valéria Cardoso de Souza, Crescêncio Centola, Carlos Abath, Sílvio Cavazzola (tesoureiro 2015-2016), Ronie Piske. 94
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