25 Anos - A Consolidação da Radiologia Intervencionista no Brasil

1. Definir os alcances da prática da Radiologia Intervencionista e da Cirurgia Endovascular. 2. Desenvolver e apoiar normas para o treinamento e a prática da Radiologia Intervencionista e da Cirurgia Endovascular. 3. Promover a ideia de amizade e cooperação na comunidade de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular. 4. Estimular o interesse na área de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular. 5. Estimular a cooperação e o bom relacionamento entre a Radiologia Intervencionista e a Cirurgia Endovascular com as outras áreas da medicina e ciências aliadas. 6. Estimular o relacionamento e as formas de intercâmbio com agregações similares dentro e fora do Brasil. 7. Promover jornadas e congressos com o fim de apresentar e discutir trabalhos científicos para a divulgação do conhecimento da área. 8. Estabelecer vias de publicação para esses trabalhos científicos na área de RI. 9. Avaliar a qualificação para o exercício da especialidade. 10. Avaliar a qualificação institucional para o exercício da especialidade. Os pouco mais de 20 anos que se passaram entre o encontro de Gramado e as primeiras reuniões do Clube dos Angiografistas parecem um século, quando se observam as mudanças ocorridas no Brasil e no mundo. Computadores imensos e lentos deram origem a um tráfego vertiginoso de informações, que culminou no advento da internet, apenas dois anos antes da fundação da Sobrice. Na radiologia em geral, o avanço das tecnologias de imagem abriu caminho para o das técnicas de ultrassonografia, o surgimento da tomografia computadorizada e a estreia da ressonância magnética, permitindo explorações e intervenções cada vez mais precisas e seguras pelo corpo humano. Na política e na economia, o Brasil passava por um período de otimismo, que contaminava positivamente todos os que trabalhavam olhando para o futuro. Naqueles 20 anos, o país encerrou o ciclo dos 32

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